BIOGRAPHY

     Brazilian born photographer and visual artist Jade Matarazzo has been traveling the world since she left her native country to photograph people’s life stories, places and cultures. Her art background started to take form in São Paulo at the Escola Pan Americana de Arte following photography courses in Switzerland where she studied Fine Arts and later graduated in Architectural Design at the Fort Lauderdale Art Institute in the U.S.A.Specializing in the Tibetan “Miksang” philosophy, Jade created her own trademark by playing with the focal points of her lenses creating a unique palette of colors in unexpected depths.Jade’s passion is in the concept of enigmatic close up images that are a well-balanced mix of real and elusive. Having developed a parallel photojournalistic line of work, Jade brings out controversial and socially relevant themes expressed in images showing facts that provoke thought while staying true to her style. While operating in different fields of the photography world, Jade enjoys the crossover of the “Miksang” technique and a documental approach that brings to light issues that need a voice.As an artist Jade experienced the need for more cultural exchange and in the last few years began promoting encounters between sculptors, painters, musicians, photographers, creating conceptual projects and exhibitions for new art platforms ,carrying on a family legacy of love for all forms of cultural entrepreneurship. In 2016 Jade joined the Sotheby’s Art Institute to study several aspects of the art market including Art as a Global Business, Curating and Art History.Jade is a published artist, has won several awards and shown over fifteen solo exhibitions, including the Morikami Museum.Jade is also owner of Jade PhotoArt  and Jade Matarazzo Art Bureau – An Artist Consultancy Agency in Miami  that creates cultural fundraisings, educational art projects such as ArtBrazil, as well as international exhibitions like ExpoArt Japan and ExpoArt London among others. Jade also writes about art for Revista Acontece Magazine As an independent curator Jade’s main focus is using art as a tool of cultural and community identity as well transcending all barriers using photography as a universal language and common denominator.                                A fotógrafa brasileira Jade Matarazzo sacia sua inquietude artística fotografando momentos, cores, pessoas, lugares, artes e artistas, belezas e tristezas, das mais diversas culturas.Sua paixão pelo conceito enigmático, pela mistura e equilíbrio da realidade e da arte, e o jogo com os pontos focais de suas lentes, criam uma paleta de cores em profundidades inesperadas, o que acabou tornando-se sua técnica. Seu estilo é registrar tudo que seu poético olhar capta e que possa transmitir uma história e estabelecer uma relação  artística e humana. Seu objetivo é transformar o olhar do espectador, apresentando uma abordagem artística, que resvala no documental, resultando em imagens de um silencio gritante. Jade Matarazzo carrega na alma um legado familiar de amor e de empreendedorismo cultural, que faz dela, antes de tudo, uma incentivadora das artes visuais em suas mais diversas linguagens conceitos e conteúdos. Sobrinha-neta do visionário e mecenas Cicillo Matarazzo, idealizador e principal responsável pela Bienal Internacional de São Paulo, e Fundador do MAM e da Fundação Bienal, ela convive desde o berço com as artes e a real dificuldade e necessidade de expandir mercados. O que motivava seu tio-avô, provavelmente esta também no seu DNA. Jade torna-se uma excelente articuladora cultural idealizando projetos como o Brazilian Eyes (fotografia) e ArtBrazil (exposição anual para todas as artes), realizados ha 4 anos, com foco na promoção de novos artistas brasileiros nos EUA, onde está radicada há 30 anos. Desta forma, Jade Matarazzo busca divulgar, provocar interações, promover intercâmbio artístico e abrir mercados para a arte brasileira. Sua formação teve inicio na Escola Pan Americana de Arte em São Paulo, onde cursou Artes Plásticas e mais tarde seguindo para estudar na Escola Surval, Suíça onde cursou também  Fotografia e Belas Artes . Em 1990 mudou-se para os Estados Unidos formando-se e Design de Interiores no Fort Lauderdale Art Institute. Sempre buscando atualizar seus conhecimentos sobre o mercado cursou Curadoria, Arte como Negócio Global, e História da Arte na Sotheby's Art Institute. Sendo a  arte sua ferramenta de trabalho, montou o Studio Jade PhotoArt e MABI, uma Agência de Consultoria e Gestão de Artistas em Miami, para atuar também na criação e gerenciamento de eventos culturais, projetos artísticos socioculturais e educacionais, curadoria de exposições de artes plásticas, projetos conceituais, e desenvolvimento de plataformas de fortalecimento da arte.  Comemorando 10 anos de atuação efetiva como fotógrafa, Jade Matarazzo juntamente com a curadora Dra. Milagros Bello, trabalhou na criação de uma leitura de seus trabalhos, e está ansiosa pela receptividade e absorção que as pessoas terão das imagens selecionadas.  Ever Changing Perspectives, que também estará em livro e posters, traduz a inquietude mutante da própria fotografa, passando por diversos universos multiculturais, retratando momentos que vão interagir com quem visitará a exposição “São as pessoas portanto, que contarão a história, de acordo com a perspectiva que cada uma terá, do que vai ver, de um determinado momento no tempo. “ A arte é muito sutil e generosa ao tocar e transformar seu olhar”, diz ela. 

     

 

 

CONTACT: +954 881 2112

 

Brazilian born photographer and visual artist Jade Matarazzo has been traveling the world since she left her native country to photograph people’s life stories, places and cultures. Her art background started to take form in São Paulo at the Escola Pan Americana de Arte following photography courses in Switzerland where she studied Fine Arts and later graduated in Architectural Design at the Fort Lauderdale Art Institute in the U.S.A.

Specializing in the Tibetan “Miksang” philosophy, Jade created her own trademark by playing with the focal points of her lenses creating a unique palette of colors in unexpected depths.

Jade’s passion is in the concept of enigmatic close up images that are a well-balanced mix of real and elusive. Having developed a parallel photojournalistic line of work, Jade brings out controversial and socially relevant themes expressed in images showing facts that provoke thought while staying true to her style. While operating in different fields of the photography world, Jade enjoys the crossover of the “Miksang” technique and a documental approach that brings to light issues that need a voice.

As an artist Jade experienced the need for more cultural exchange and in the last few years began promoting encounters between sculptors, painters, musicians, photographers, creating conceptual projects and exhibitions for new art platforms ,carrying on a family legacy of love for all forms of cultural entrepreneurship. In 2016 Jade joined the Sotheby’s Art Institute to study several aspects of the art market including Art as a Global Business, Curating and Art History.

Jade is a published artist, has won several awards and shown over fifteen solo exhibitions, including the Morikami Museum.

Jade is also owner of Jade PhotoArt  and Jade Matarazzo Art Bureau – An Artist Consultancy Agency in Miami  that creates cultural fundraisings, educational art projects such as ArtBrazil, as well as international exhibitions like ExpoArt Japan and ExpoArt London among others. Jade also writes about art for Revista Acontece Magazine As an independent curator Jade’s main focus is using art as a tool of cultural and community identity as well transcending all barriers using photography as a universal language and common denominator.

 

 

 

A fotógrafa brasileira Jade Matarazzo sacia sua inquietude artística fotografando momentos, cores, pessoas, lugares, artes e artistas, belezas e tristezas, das mais diversas culturas.

Sua paixão pelo conceito enigmático, pela mistura e equilíbrio da realidade e da arte, e o jogo com os pontos focais de suas lentes, criam uma paleta de cores em profundidades inesperadas, o que acabou tornando-se sua técnica. Seu estilo é registrar tudo que seu poético olhar capta e que possa transmitir uma história e estabelecer uma relação  artística e humana. Seu objetivo é transformar o olhar do espectador, apresentando uma abordagem artística, que resvala no documental, resultando em imagens de um silencio gritante.

 

Jade Matarazzo carrega na alma um legado familiar de amor e de empreendedorismo cultural, que faz dela, antes de tudo, uma incentivadora das artes visuais em suas mais diversas linguagens conceitos e conteúdos. Sobrinha-neta do visionário e mecenas Cicillo Matarazzo, idealizador e principal responsável pela Bienal Internacional de São Paulo, e Fundador do MAM e da Fundação Bienal, ela convive desde o berço com as artes e a real dificuldade e necessidade de expandir mercados. O que motivava seu tio-avô, provavelmente esta também no seu DNA. Jade torna-se uma excelente articuladora cultural idealizando projetos como o Brazilian Eyes (fotografia) e ArtBrazil (exposição anual para todas as artes), realizados ha 4 anos, com foco na promoção de novos artistas brasileiros nos EUA, onde está radicada há 30 anos. Desta forma, Jade Matarazzo busca divulgar, provocar interações, promover intercâmbio artístico e abrir mercados para a arte brasileira.

 

Sua formação teve inicio na Escola Pan Americana de Arte em São Paulo, onde cursou Artes Plásticas e mais tarde seguindo para estudar na Escola Surval, Suíça onde cursou também  Fotografia e Belas Artes . Em 1990 mudou-se para os Estados Unidos formando-se e Design de Interiores no Fort Lauderdale Art Institute. Sempre buscando atualizar seus conhecimentos sobre o mercado cursou Curadoria, Arte como Negócio Global, e História da Arte na Sotheby's Art Institute.

 

Sendo a  arte sua ferramenta de trabalho, montou o Studio Jade PhotoArt e MABI, uma Agência de Consultoria e Gestão de Artistas em Miami, para atuar também na criação e gerenciamento de eventos culturais, projetos artísticos socioculturais e educacionais, curadoria de exposições de artes plásticas, projetos conceituais, e desenvolvimento de plataformas de fortalecimento da arte.

 

 

Comemorando 10 anos de atuação efetiva como fotógrafa, Jade Matarazzo juntamente com a curadora Dra. Milagros Bello, trabalhou na criação de uma leitura de seus trabalhos, e está ansiosa pela receptividade e absorção que as pessoas terão das imagens selecionadas.  Ever Changing Perspectives, que também estará em livro e posters, traduz a inquietude mutante da própria fotografa, passando por diversos universos multiculturais, retratando momentos que vão interagir com quem visitará a exposição “São as pessoas portanto, que contarão a história, de acordo com a perspectiva que cada uma terá, do que vai ver, de um determinado momento no tempo. “ A arte é muito sutil e generosa ao tocar e transformar seu olhar”, diz ela.

 

 

Brazilian born photographer and visual artist Jade Matarazzo has been traveling the world since she left her native country to photograph people’s life stories, places and cultures. Her art background started to take form in São Paulo at the Escola Pan Americana de Arte following photography courses in Switzerland where she studied Fine Arts and later graduated in Architectural Design at the Fort Lauderdale Art Institute in the U.S.A.

Specializing in the Tibetan “Miksang” philosophy, Jade created her own trademark by playing with the focal points of her lenses creating a unique palette of colors in unexpected depths.

Jade’s passion is in the concept of enigmatic close up images that are a well-balanced mix of real and elusive. Having developed a parallel photojournalistic line of work, Jade brings out controversial and socially relevant themes expressed in images showing facts that provoke thought while staying true to her style. While operating in different fields of the photography world, Jade enjoys the crossover of the “Miksang” technique and a documental approach that brings to light issues that need a voice.

As an artist Jade experienced the need for more cultural exchange and in the last few years began promoting encounters between sculptors, painters, musicians, photographers, creating conceptual projects and exhibitions for new art platforms ,carrying on a family legacy of love for all forms of cultural entrepreneurship. In 2016 Jade joined the Sotheby’s Art Institute to study several aspects of the art market including Art as a Global Business, Curating and Art History.

Jade is a published artist, has won several awards and shown over fifteen solo exhibitions, including the Morikami Museum.

Jade is also owner of Jade PhotoArt  and Jade Matarazzo Art Bureau – An Artist Consultancy Agency in Miami  that creates cultural fundraisings, educational art projects such as ArtBrazil, as well as international exhibitions like ExpoArt Japan and ExpoArt London among others. Jade also writes about art for Revista Acontece Magazine As an independent curator Jade’s main focus is using art as a tool of cultural and community identity as well transcending all barriers using photography as a universal language and common denominator.

 

 

A fotógrafa brasileira Jade Matarazzo sacia sua inquietude artística fotografando momentos, cores, pessoas, lugares, artes e artistas, belezas e tristezas, das mais diversas culturas.

Sua paixão pelo conceito enigmático, pela mistura e equilíbrio da realidade e da arte, e o jogo com os pontos focais de suas lentes, criam uma paleta de cores em profundidades inesperadas, o que acabou tornando-se sua técnica. Seu estilo é registrar tudo que seu poético olhar capta e que possa transmitir uma história e estabelecer uma relação  artística e humana. Seu objetivo é transformar o olhar do espectador, apresentando uma abordagem artística, que resvala no documental, resultando em imagens de um silencio gritante.

 

Jade Matarazzo carrega na alma um legado familiar de amor e de empreendedorismo cultural, que faz dela, antes de tudo, uma incentivadora das artes visuais em suas mais diversas linguagens conceitos e conteúdos. Sobrinha-neta do visionário e mecenas Cicillo Matarazzo, idealizador e principal responsável pela Bienal Internacional de São Paulo, e Fundador do MAM e da Fundação Bienal, ela convive desde o berço com as artes e a real dificuldade e necessidade de expandir mercados. O que motivava seu tio-avô, provavelmente esta também no seu DNA. Jade torna-se uma excelente articuladora cultural idealizando projetos como o Brazilian Eyes (fotografia) e ArtBrazil (exposição anual para todas as artes), realizados ha 4 anos, com foco na promoção de novos artistas brasileiros nos EUA, onde está radicada há 30 anos. Desta forma, Jade Matarazzo busca divulgar, provocar interações, promover intercâmbio artístico e abrir mercados para a arte brasileira.

 

Sua formação teve inicio na Escola Pan Americana de Arte em São Paulo, onde cursou Artes Plásticas e mais tarde seguindo para estudar na Escola Surval, Suíça onde cursou também  Fotografia e Belas Artes . Em 1990 mudou-se para os Estados Unidos formando-se e Design de Interiores no Fort Lauderdale Art Institute. Sempre buscando atualizar seus conhecimentos sobre o mercado cursou Curadoria, Arte como Negócio Global, e História da Arte na Sotheby's Art Institute.

 

Sendo a  arte sua ferramenta de trabalho, montou o Studio Jade PhotoArt e MABI, uma Agência de Consultoria e Gestão de Artistas em Miami, para atuar também na criação e gerenciamento de eventos culturais, projetos artísticos socioculturais e educacionais, curadoria de exposições de artes plásticas, projetos conceituais, e desenvolvimento de plataformas de fortalecimento da arte.

 

 

Comemorando 10 anos de atuação efetiva como fotógrafa, Jade Matarazzo juntamente com a curadora Dra. Milagros Bello, trabalhou na criação de uma leitura de seus trabalhos, e está ansiosa pela receptividade e absorção que as pessoas terão das imagens selecionadas.  Ever Changing Perspectives, que também estará em livro e posters, traduz a inquietude mutante da própria fotografa, passando por diversos universos multiculturais, retratando momentos que vão interagir com quem visitará a exposição “São as pessoas portanto, que contarão a história, de acordo com a perspectiva que cada uma terá, do que vai ver, de um determinado momento no tempo. “ A arte é muito sutil e generosa ao tocar e transformar seu olhar”, diz ela.